quarta-feira, 6 de abril de 2011

Omeletes e pepinos

Imagem daqui



Não dá pra fazer uma omelete sem quebrar os ovos - versão literalmente:

Estava eu entrando em casa ontem cheia de sacolas de supermercado quando uma delas cai no chão. Só uma, de mais ou menos oito. A única que não poderia cair. Ela mesma, a dos ovos.

Xinguei, esbravejei, quis sair de perto pra não ter de limpar toda a sujeira que a metade dos ovos - agora quebrados - tinha feito. Mas, né, vida de adulta, temos de nos responsabilizar.

Aí tive uma idéia: ao invés de jogar pelo ralo, despejei num potinho o que tinha sobrado dos ovos dentro das cascas, bati, coloquei um tomate em cubinhos, uma fatia bem grossa de queijo em pedacinhos, muitas folhas de manjericão fresco que eu também tinha trazido nas compras e que, infelizmente, é tão raro de encontrar por aqui... E assim o acidente doméstico virou meu jantar!


***

Pena que nem todos os acidentes domésticos podem ter esse final feliz. O sifão que se soltou e agora faz vazar água direto não deu pra transformar em nada a não ser um balde sob a pia.

***

Tem outra coisa que não dá pra classificar como acidente doméstico - tá mais pra burrice da moradora - que me preocupa nesse momento. Em resumo: como pode a pessoa ficar UM ANO com a conta negativa e não perceber?? É uma conta que só é usada para débitos automáticos dos juros de um financiamento, e logo que foi aberta depositei uma quantia X e esqueci da sua existência. Entrava a cada 3 ou 4 meses pra ver o saldo, que sempre se apresentava assim: "Saldo Disponível R$ xxxxx". Só hoje eu fui perceber a letrinha D do lado do saldo. Que merda, que merda!! Agora tô com medo de perder o objeto do financiamento por causa dessa "pequena distração".
Sei que não é desculpa nem de longe, mas os outros bancos que estou acostumada colocam o saldo em vermelho-sangue com um sinal de negativo enorme na frente. Esse aí, azul-bebê, nem me chamou a atenção. Mas, né, se responsabilizar. Amanhã eu vejo isso, sem falta.

Nenhum comentário:

Postar um comentário